quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Cap. III - Por que deixar o Brasil? Violência.

Um bom motivo para sair do querido Brasil é uma unanimidade: a violência!

Desde que me entendo por gente as coisas sobre esse assunto só pioram. A cada dia sai uma notícia mais aterrorizante que a outra. E quando se acha que não dá mais para superar tanta coisa ruim, aparece alguém que supera o que já está virando algo comum e comete crimes com requintes de crueldade!

A última moda agora é fazer seqüestros com torturas inclusas no pacote. Não que os bandidos vão ganhar mais dinheiro ou status da comunidade da bandidagem. Fazem isso por crueldade e por diversão. Por prazer pessoal!

Há muito tempo ouço falar que estamos em guerra civil, que a culpa é da pobreza, que a culpa é do governo, que a culpa é da classe média...

Tenho a grande sorte de ter passado por situações da violência urbana somente 3 vezes: 2 vezes somente ameaça e 1 com mão-armada. Uma das vezes que começaram a gritar comigo no trânsito: "passa a bolsa! passa a bolsa!"...percebi que a pivete não estava armada e saí batendo nela!

Para deixar como registro do absurdo (e de certa forma, palhaçada) de como anda esse assunto, no próximo dia 2 será lançado o filme "Salve Geral", sobre os ataques do PCC em 2006 que LITERALMENTE pararam São Paulo!!!

 PCC ordena fim dos ataques; ônibus voltam a circular em SP

Que tipo de instituição consegue parar uma cidade de 11 milhões de pessoas em plena 2a.-feira?
É só a capital financeira e produtiva da América Latina!!! Acho que deixaram bem claro quem é que manda no puteiro, não é?



Para mim o lançamento desse filme acaba vangloriando o que o PCC conseguiu fazer. E para ser uma instituição globalizada, o filme do PCC está inscrito para concorrer ao Oscar!

Um comentário:

!Lá Vamos Nós! disse...

Eu me pergunto se no Canadá conseguirei me livrar desse medo contante da violência.
E que se pode dizer de um país onde um juiz cria uma rede de prostituição infantil nas dependências de um tribunal e está em liberdade?
Eu só quero poder parar em um semáforo com meus filhos nas caldeirinhas do carro e não ficar olhando pra todo lado nem ter que pensar em como reagir se houver uma abordagem.